Velho do Museu - Blend Cabernet Sauvignon e Merlot
Velho do Museu - 2004
"Dos nossos finos vinhos tintos, de uvas Cabernet Sauvignon e Merlot, escolhemos este, para guardar como reserva especial em nossas Caves”, o Velho do Museu é poesia engarrafada. As uvas deste vinho são provenientes de dois lugares distintos: Serra Gaúcha e Campanha. Da Serra Gaúcha são vários pequenos produtores de Caxias do Sul. Juan Carrau fortalece e mantém esses produtores há muitos anos, exigindo um alto nível de qualidade das uvas e cultivo sustentável com boas práticas e respeito ao meio ambiente. E da Campanha, na fronteira com o Uruguai, vêm uma pequena parte de Cabernet Sauvignon certificado biodinâmico do famoso vinhedo La Mañana. Este vinho passa de 2 a 3 anos em tonéis de carvalho francês de 3.600 e 5.000 litros, que são polidos à cada 10/15 anos por artistas de Caxias do Sul que são famosos internacionalmente por seu trabalho. Produção: 13.485 garrafas
SOBRE O
Produtor
A família Carrau produz vinhos desde 1752 e Juan Luiz Carrau, hoje no comando, é a 9ª gerações da família. Juan é Uruguaio mas mora no Brasil há 45 anos e se considera brasileiro há muito tempo. É professor da Universidade de Caxias do Sul com doutorado (Ph.D.) em St. Louis, Missouri, EUA, e pós-doutorado no “Instituite of Biology of Great Britain”, Londres, Inglaterra. Foi inciado pelo seu pai ainda muito jovem. Por volta de 1975, plantaram juntos um vinhedo de 70 hectares em Santana do Livramento e deram o nome de “La Mañana”.
Os profundos trabalhos de pesquisa de Juan Carrau se desenvolveram no campo e na bodega. Durante 27 anos ele se dedicou para construir uma patente de cultivo orgânico e biodinâmico que pudesse ser certificado na Europa. Seu vinhedo “La Mañana” de Santana do Livramento na Campanha Gaúcha (um verdadeiro tesouro de Cerro Chapeu), conseguiu a tão sonhada certificação orgânica pela norma europeia “209291” em 1994. Com essa patente começou-se um estudo intenso envolvendo práticas biodinâmicas, também certificadas, nunca vistas no Brasil. Sendo assim, seu vinhedo foi o primeiro vinhedo orgânico e biodinamico brasileiro! Um marco no mundo do vinho brasileiro ganhando o título de “A Lenda do Vinho Brasileiro”.
IMPRESSÕES DO
Sommelier
Coloração rubi granada de baixa intensidade. Aromas terciarios muito presentes abrindo notas complexas de uvas passas, nozes, cogumelos tostados, caldo de carne, especiarias, flores secas e chá preto. Uma intensidade de aroma impressionante com profundidade e elegância comparável a grandes Bordeaux. Em boca é seco, leve, elegante e delicado. Com taninos ultra finos com textura de pomada, acidez elevada e álcool macio.
Um tinto para romper todas as barreiras do vinho brasileiro e fazer história por onde passa. Com uma textura em boca invejável, esse vinho te faz achar que a garrafa tem menos de 750 ml.
SERVIÇO E
Harmonização
A intensidade e a complexidade deste vinho me remetem à referências de Bordeaux com evolução em garrafa. E Bordeaux te faz querer comer cordeiro. Uma paleta na brasa ficaria perfeito. Se pensarmos na harmonização pela acidez, escolha um corte de Wagyu com bastante gordura entremeada, toda a acidez e os taninos finos vão limpar sua boca e complementar os sabores da carne.
Não perca tempo, beba já e beba aproveitando a evolução de aromas em uma taça grande. Em poucos minutos ele se transforma e aromas mais complexos são liberados. Temperatura de serviço 18ºC.
| PRODUTOR: | Velho do Museu, Atelier Carrau |
|---|---|
| PRÁTICA: | Orgânico |
| PAÍS/REGIÃO: | Brasil, Campanha e Serra Gaúcha |
| BLEND/VARIETAL: | Cabernet Sauvignon e Merlot |
| AMADURECIMENTO: | 2 a 3 anos em tonéis de 3.600 e 5.000 litros de carvalho velho |
| GRAD. ALCOÓLICA: | 12, 3% |
| CÓDIGO DE BARRA: | 7897041700050 |









